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Tristeza é quando chove, quando está calor demais, quando o corpo dói e os olhos pesam. Tristeza é quando se dorme pouco, quando a voz sai fraca, quando as palavras cessam e o corpo desobedece. Tristeza é quando não se acha graça, quando não se sente fome, quando qualquer bobagem nos faz chorar. Tristeza é quando parece que não vai acabar.
Martha Medeiros.   (via se-eu-pudesse)

(Fonte: quoteiros)

E eu observava o luar, um dia bom para se amar. Minha vó chegava e via o meu ar. Dizia:”Meu neto uma história eu irei contar, para você que a lua gosta de observar. Tudo começou no dia normal. Naquela época as noites eram claras como um farol, não tinha lua, só tinha sol. Uma tribo de índios rivais brigavam entre si, e suas brigas destruía tudo que via por ali, eram dias de guerra menos para uma casal.É, os que sua família era rival. A paixão deles era triunfal, superava até a guerra, desnecessária para o casal. Tudo estava normal, a menina vitória se chamava, e Lua era o nome do menino que tanto ela amava. Eles eram fieis e cumpriam seus papéis de se ver todas as noites em frente de um lago, até que um dia o tupi da tribo da tal menina, a seguiu e logo a viu beijando o tal rapaz, ele voltou a tribo com um ódio voraz e esperou o outro dia acontecer, no outro dia ela também ia, e na luz do farol, o tupi lua golpeava e o tal menino desmaiava, a menina chorava e presa ela ficava, o menino era então amarado, e com muita rejeição foi posto em provação, as noites claras pelo sol o fazia atordoado e a menina vivia chorando ao seu lado, sempre escoltada de dois índios da mesma tribo. O menino ficou dois dias ali, até que foi morto pelo tupi. Após sua morte algo novo veio a acontecer, as noites vieram a escurecer, a menina olhava ao céu e logo percebia que o seu papel ela precisava cumprir, e não muito longe dali ela foi no mesmo lago onde lua ela costumava ver, ao céu ela se pôs a olhar um ser brilhando que se pôs a pairar, não era um sol, nem um farol, era a Lua, falada no feminino para que seu pai não descubra e nem pragueje sobre ele, alguns dias ela se pôs a o visitar, até que seu reflexo no lago ela se se prendeu ao olhar, as tribos continuavam a brigar, e o jovem casal a se amar, e as menina vendo seu amado no lago, achando que fosse o reflexo do amado que não estava ao seu lado, e presa em algo que ela estava a amar, tento ele abraçar, e como não sabia nadar, veio a se afogar, no lago que nada tinha, no outro dia floresceu, e assim terminou a historia de Lua e Vitória, para nós pode não significar nada, mas para os índios ficaram na história. E sabe o que vitória se tornou, uma flor bem grande para que a lua pudesse abraçar, sua família de Vitória Reger a chamou. A história de um verdadeiro amo, onde mesmo com a morte de um, todo aquele sentimento continuou. É bonita historia né? É acabou!”
O menino que observava a lua. A história de Vitória e Lua.    (via escrevinhar)

(Fonte: Romeuemcrise)

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